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Sexta-feira passada fui com a minha família almoçar na Oktoberfest. A maior festa do Estado, inspirada na Oktoberfest de Munique, nasceu em 1984 e cresceu a cada ano. Já passaram mais de 17 milhões de pessoas pelo Parque Vila Germânica em Blumenau. Atualmente é a segunda maior festa alemã do mundo, famosa por seu chopp, música, comidas e trajes típicos.
Nesse ano, a festa começou dia 10 de outubro e vai até dia 28, domingo.
Saímos perto das 14h de Florianópolis rumo a Blumenau. Chegamos à Vila Germânica esfomeados e assim que entramos no parque, fomos em busca de comida. Como era sexta-feira à tarde, não precisamos pagar ingresso para entrar. A taxa é cobrada para as noites, sábado e domingo.
A decepção foi grande ao nos depararmos com o pavilhão fechado. Estava crente que iria passar de cervejaria em cervejaria provando o que cada uma sabe fazer de melhor e até reencontrar uma delícia que tomei uma vez na festa e nunca mais me esqueci, o chopp de banana. Além disso, a intenção era assistir a shows e dançar, claro, mas a informação é que apenas às 18h a parte mais animada da Oktober abriria suas portas.
O jeito era ir em busca de abastecimento. Como boa parte dos restaurantes estão no pavilhão, procuramos as opções da vila. Vi muito lanche atraente, como o hambúrguer de pato, comidas mais fartas, como a massa da nona (com linguiça calabresa), mas que o cliente deveria consumir sentado em algum cantinho... Queríamos uma estrutura no formato de restaurante e optamos pelo único nesse estilo que encontramos.
Pagava-se 30 reais por pessoa para comer à vontade. Assim que entramos tratamos de pedir uma das atrações da Oktoberfest: chopp! Chopp Pilsen, chopp de trigo, chopp de vinho, chopp, chopp e mais chopp. Todas as bebidas chegaram à mesa geladíssimas, deliciosas, super fáceis de ingerir.
O sistema era de buffet, com grande variedade de saladas, pratos típicos e outros nem tanto, e uma mesa maravilhosa de sobremesas.
Eisbein, o joelho de porco, certamente é o que se destaca na festa em termos de gastronomia. Apesar de achar a aparência horrível, cheguei a provar uma garfada, mas apenas da carne, nada de gordura. Meus pais comeram, gostaram tanto que repetiram. Provei um pedacinho de kassler, uma carne de porco defumada bastante apreciada pelos alemães, mas não me fez salivar. Três estrelinhas para o marreco recheado que estava desmanchando e as salsichas branca e vermelha. Comi muito esses dois! Além de, claro, salada de batatas, chucrute e muita mostarda (tinha uns 4 ou 5 tipos). Para quem não pretendia se arriscar, opções menos ousadas como spaghetti, strogonoff, polenta, pernil, etc.
Mesmo não consigo mais respirar direito, entreguei minha alma às sobremesas. Duvido que vocês iriam negá-las depois de ver tanta variedade. Torta alemã, pudins de diversos sabores, sagu de vinho e tudo mais. Senti falta apenas do strudel... (Repeti a sobremesa, queria provar tudo.)
É engraçado ver pessoas com traje típico alemão, em sua maioria turistas. São diversas lojinhas espalhadas pela vila vendendo roupas, louças, canecos e lembrancinhas. Queria ter batido muitas fotos, mas tive problemas com a minha máquina.
Outra atração da festa é o Concurso Nacional de Tomadores de Chope em Metro. Os corajosos e beberrões com mais de 18 anos podem se inscrever gratuitamente com a comissão organizadora até o horário do início do concurso que ocorre sempre às 22h (dias 11 a 14, 17 a 20 e de 24 a 27). Ganha aquele que beber 600ml de chopp (1 metro) em menos tempo, claro que sem babar ou retirar o copão da boca. Parece difícil, mas dei uma procurada e ano passado teve moça ganhando medalha por virar em 16s65 e marmajo bebendo tudo em 13s49!
Tive vontade de trazer uma tulipa de chopp em metro para cá e presentear meu namorado. Mas, pensando bem, quem teria que aguentá-lo depois de beber um metro de chopp, hein? Nada feito.
Passeamos até a comida baixar e o álcool sair do corpo. Seguimos viagem com destino a uma padaria de Brusque para levar para casa cuca de banana, macarrão caseiro e outros doces.
Saboreando Floripa - Experiências Gastronômicas
www.saboreandofloripa.com23/10/2012 por Saboreando Floripa -
Chopp de qualidade,
Diversidade de produtos e petiscos...Cerveja produzida no local, e musica tradicional...
25/09/2012 por Rodrigo R Colombo -
Hotel bom, bem localizado...
Pratico por sua localização25/09/2012 por Rodrigo R Colombo -
Hotel bem localizado, de fácil acesso.
Ampla estrutura, com academia, piscina amplo estacionamento, quartos de qualidade..
Café da manha e jantar com diversidade de comidas.
Preço bom!25/09/2012 por Rodrigo R Colombo -
Cactus Mexican Food
3.00Há tempos venho pensando sobre este post, o cuidado que tenho que tomar e os limites que devo utilizar por ter que (ainda) conhecer mais a fundo o assunto e, principalmente, para não falar de algum lugar e ser injusta.
Quem acompanha o Blog Garfadas há algum tempo sabe da minha predileção por comida mexicana, e, naturalmente, de tudo que contenha muita pimenta. Sim, muita pimenta, pois quem começa a gostar dela vai aprendendo, aos poucos, a elevar o grau de ardência, até começar a apreciar as caseiras (que são as porretas!). Mas, o assunto aqui hoje não é a pimenta, mas minha experiência controversa no Cactus Mexican Food, quando estive em Blumenau, no Shopping Neumarkt.
Estava a trabalho na cidade, e depois de um dia cansativo, fui jantar no shopping, que fica do ladinho do hotel em que me hospedei. Aquele dia me permitir comer algo gostoso para relaxar e compensar todo o desgaste. Então, pedi um Burrito pequeno, que, diga-se de passagem, de pequeno não tinha nada (e isso é muito bom, não?), que acompanhava os recheios de minha escolha que estavam disponíveis no Buffet e eram servidos pela atendente. Com a promoção daquele dia, o Burrito vinha acompanhado de Nachos com dois molhos a minha escolha. Tudo isso por um preço camarada, algo em torno de R$16 ou R$17, eu não me lembro desse detalhe, que é tremendamente importante, eu sei. Fico devendo!
Ao terminar de preparar meu pedido, a atendente embrulhou a Burrito em um papel alumínio, colocou no forno e, em alguns segundos, me entregou. A fome era grande, então, logo peguei os talheres e tratei de avistar uma mesa. Mirei a superfície de uma e coloquei a bandeja em cima.
Ao desembrulhar o Burrito, comecei a imaginar a dificuldade que passaria, já que o recheio estava robusto e a iguaria começava a se desmontar. Peguei os talhares e foi aí, que, de fato, começou o martírio, pois não estamos falando de talhares convencionais, mas sim, dos odiáveis talhares de plástico. Apontei o garfo e faca para o Burrito, que não foram páreo nem no primeiro round para a comida. O garfo, na primeira tentativa de nocautear o adversário, teve os dentes quebrados. É isso mesmo, meu amigo! Como a faca sozinha não ia dar conta do recado, recorri a outro garfo, novinho em folha e pronto para o combate. Novamente, o atleta “fazedor” de furos não estava preparado, e levou uma surra igual à primeira. Resultado: mais dentes quebrados.
Para não desistir do jantar, iniciei uma série de equilíbrio ao tentar ingerir o Burrito com os dois únicos dentes que sobraram do garfo, que contou, neste momento, com total apoio da amiga fiel, a faca. Cai Burrito aqui, cai acolá, junta daqui, junta de lá. Muita sujeira aqui, e muita acolá, finalmente consegui terminar o embate.
Neste post, quero deixar bem claro que não estamos falando da qualidade do produto, que estava muito bom, mas dos talheres oferecidos para o consumo dos produtos da loja. A Cactus Mexican Food não é a única, muitas outras também utilizam os mesmos, e fiquem sabendo, nenhum cliente gosta de pagar (por melhor que seja a comida) para comer em talheres de plástico. É falta de respeito em todos os sentidos, tanto pelo mal estar em que a Casa coloca o cliente, quanto as outros danos: ambientais, será podemos dizer?.
A partir deste post, o Blog Garfadas vai ficar atento a esses locais e vai mencionar aqui neste espaço os estabelecimentos que oferecem talheres e copos dessa natureza aos seus clientes. Acreditamos que nossos leitores estarão juntos conosco nesta empreitada.
Quem gosta de comer fora sabe, que salvo exceção dos dias úteis e em horário comercial, as pessoas saem para comer pelo prazer de comer fora e pela experiência que é fazer isso. Comer por simplesmente comer e matar a fome fazemos isso em casa, não é mesmo?
Chope e comida em copo de vidro e talheres de inox, POR FAVOR! É o mínimo que um estabelecimento pode fazer por seu cliente e pela natureza.
Quero deixar muito claro que sou cliente do Cactus Mexican Food, adoro o cardápio e o sabor da comida e indico aos nossos leitores. Não há nada pessoal neste post. Apenas não como mais Burrito no local e muito menos outros produtos que necessitem de talheres. Fora isso, me convide que estou dentro! E please, coloque muita pimenta que eu gamo, ok?
Veja mais em: http://garfadasblog.blogspot.com.br/2012/07/cactus-mexican-food-minha-experiencia.html08/08/2012 por Blog Garfadas


Rodrigo R Colombo
CRICIUMA, SC
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